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Vencendo pela oração

Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus. (v. 10)

Assim como Daniel, nós passamos por várias situações que ameaçam nosso relacionamento com Deus: medo, insegurança, instabilidade financeira, entre outros. Com certeza, o que fez a diferença na vida de Daniel foi a sua atitude. A vida dele estava em risco por causa de sua fé. Mesmo assim, não abriu mão do seu compromisso com o Pai. Manteve seu hábito devocional.

Estou escrevendo esse texto depois de um momento com amigos de trabalho. As perguntas que fizemos para os colegas foram: se você fosse ameaçado por alguém, que sinais de sua comunhão com Deus poderiam ser utilizados como pretexto para que você fosse apanhado em falta? Existe em você algum valor, algum hábito que comunica a sua comunhão com Deus?

Os opositores de Daniel sabiam que, para apanhá-lo numa armadilha, teriam de providenciar alguma artimanha que afetasse o seu hábito de oração a Deus. Eles sabiam que disso esse homem fiel não abriria mão. Diante da proibição de orar a Deus, Daniel fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus (v. 10).

Que hábitos de nossa devoção comunicam a outros a nossa comunhão com Deus? Jesus cultivava o hábito de orar sempre (Lc 6.12; 18.1). Paulo diz que precisamos orar sem cessar (1Ts 5.17).

Oração: Ó Deus, ajuda-nos a mantermos a nossa fidelidade, mesmo diante de ameaças e circunstâncias adversas. Que teu Espírito nos ajude a cultivarmos o hábito da oração permanente.


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